Restaurante de fast-food promove inclusão de pessoas com Síndrome de Down no mercado de trabalho em João Pessoa

Restaurante de fast-food  promove inclusão de pessoas com Síndrome de Down no mercado de trabalho em João Pessoa
março 21 08:30 2020

Empresa garante igualdade de oportunidades para as pessoas

Reconhecida como uma das maiores geradoras de primeiro emprego no Brasil, a Arcos Dorados, operadora da marca McDonald’s no país, traz como um dos seus principais focos, a inclusão social e diversidade, e por isso, neste dia 21 de março,  Dia Internacional da Síndrome de Down, reforça a importância da conscientização sobre a igualdade de direitos e oportunidade para as pessoas com deficiência no geral.

Atualmente, o McDonald’s conta com mais de 1500 funcionários com alguma deficiência em seus restaurantes pelo país, sendo que 70% deles são pessoas com alguma deficiência intelectual. Em João Pessoa, a empresa emprega dois funcionários com Síndrome de Down.

A Atendente Pollyanna Nelly Baldon, de 36 anos, trabalha no Restaurante da Avenida Epitácio Pessoa há 11 anos, onde conseguiu seu primeiro emprego. Polly, como é chamada, tem Síndrome de Down e é um exemplo de dedicação e inspiração para os colegas que reconhecem seu esforço para desempenhar suas funções como qualquer outro colaborador. “Gosto de trabalhar aqui. Eles acreditam em mim. As empresas deveriam acreditar mais nas pessoas como eu, temos potencial”, destaca a atendente.

Outro exemplo de dedicação é Carlos Antônio Aparecido da Silva Cabral, de 25 anos, que trabalha há dois anos como Atendente no McDonald’s da Avenida Ruy Carneiro e também tem Síndrome de Down. Para ele, sua vida mudou para melhor desde que começou a trabalhar. “Tive oportunidade de entrar no mercado de trabalho e fiz novos amigos” comenta.

O processo de seleção ocorre por meio de abertura das vagas, de acordo com as necessidades e possibilidades de cada local de trabalho, sejam restaurantes ou escritórios. O McDonald’s é reconhecido como porta de entrada para o mercado de trabalho, pois não exige experiência profissional anterior. Anualmente, a companhia investe R$ 40 milhões em treinamento e capacitação, no Brasil.

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